29 outubro 2008

ailóviu

Faz tanto tempo né?
Saiba quanto tempo estive aqui esperando pra te ver sorrir...pra poder seguir
Eu ainda to aqui
Não desista de quem desistiu
Do amor que move tudo aqui
Ailóviu, ainda
Saiba que é preciso amar você
Não esqueça que estarei aqui

Um post tosco pra não destruir mais sonhos...que a pessoa certa não vai ler...

Pelo espelho a vida vai passar...e o tempo está no pensamento

24 outubro 2008

Memando

Memando- verbo que remete à idéia de estar fazendo uma meme. Se ele não existia, agora existe e faz parte do dicionário julianês.
A Niela me passou e como eu gosto de memes...vou responder.
8 coisas que eu gostaria de realizar antes de partir desse mundão de Deus:
* Ver um show do Gessinger, do Licks e do Maltz...JUntos!!!. Depois disso posso até morrer.
* Ver outro show do Gessinger, do Licks e do Maltz!! Só mais um...por favor!
* Tatuar todo meu braço direito...haja grana e disposição!
* Viajar por todo país, por todo o mundo, por todo o universo...tá, deu, chega!rsrs
* Receber meu diploma ao som de Toda forma de poder, largá-lo numa gaveta e ir virar lenda na China
* Morar na praia
* Voltar pra Porto Alegre e dizer: aqui é meu lugar!
* Não trabalhar nunca mais e ainda assim trabalhar todos os dias
* Mandar o mundo à pqp e esquecer daqui...

Ah, eram só 8, né? Beleza. Tai, acreditem ou não.

23 outubro 2008

Deve haver alguma coisa que ainda te emocione


...e te faça lembrar pra sempre desse show. Quem foi viu um dos maiores espetáculos do ano na capital gaúcha. Pouca Vogal em Porto Alegre.
Foi de arrepiar, incrível e emocionante. Quem me conhece sabe que não estou tirando uma linha da minha parcela de fã de Humberto Gessinger ao afirmar aqui o quanto ele é talentoso e versátil e maravilhoso e querido e tantas coisas boas! Se juntar ao Duca foi só pra multiplicar todas essas qualidades.
Confesso que fiquei de queixo caido com a perfomance do vocalista da Cidadão Quem. MARA, como diziam as gurias na platéia.
O set list foi uma mescla de Pouca Vogal, EngHaw e CQ. Teve surpresa pros fãs enghaw com a última música que eu esperava ouvir ao vivo: BANCO! "Deve haver alguma coisa que ainda te emocione...um vinho tinto, um copo d'água, a chuva no telhado, um pôr de sol...".
É, foi muito bom, especialmente pq eu pude assistir praticamente dois shows, mas...abafa!
Agora é esperar pra curtir o próximo. E ele será em breve: 06 de novembro em Santa Maria.
Preciso de duas folgas, um atestado médico, uma carona de ida e volta e um ingresso. Alguém tem pra me dar?
Foto por Fabiana Menine

17 outubro 2008

É HOJE


EM PORTO ALEGRE!!!

Hoje, HOJE, hj, HoJe!!!!!!!!!!!!!!!!! H-O-J-EEEEEEEEE!!!

POUCA VOGAL EM PORTO ALEGRE!

Tchau, fui (não volto mais...não procure mais por mim!hehe)

pouca vogal tri legal
fueda!

10 outubro 2008

SÓ MAIS UMA SEMANA

Nunca estive tão ansiosa pra um show como dessa vez.
É pq é novo? É pq eu nunca vi? Não sei. O NH também foi uma coisa totalmente nova, foi em outro estado...
É pq é outro estilo? Pq teve mudanças? Não sei. Em maio deste ano vi HG tocando baixo pela primeira vez ao vivo...
Já estou sem unhas, nervosa, não to dormindo direito, contando os dias...bah, alguém me explica?


Abaixo os videos dos melhores momentos da gravação do disco Novos Horizontes e também do primeiro show da tour desse disco na minha cidade amada Porto Alegre.


09 outubro 2008

ainda pensando

O Google é o melhor amigo do homem.
A diferença entre a página e os cachorros é que os bichinhos não podem ler nossos emails.

por enquanto

pensamento

Alguém mais se sente um devorador de fones de ouvido e guarda-chuvas?

08 outubro 2008

vou me guardando pra quando a dupla Pouca Vogal chegar

Caiu a ficha. Faltam NOVE dias. É estranho esperar por algo que nunca vi.
É, é bem estranho mesmo. Ainda que eu já tenha ouvido 3.258 vezes cada uma das nove canções...agora é ao vivo.
Como será a performance?
Como será a disposição no palco? (espero que o Humberto fique do lado esquerdo pela visão da platéia, pois eu estarei lá- dispostinha!) Como será o cenário? Haverá cenário?!
Vai lotar? Vai ter mais fã de qual banda, CQ ou EngHaw?
Quais canções das bandas eles vão tocar?

NOVE dias pra obter essas respostas. Enquanto isso, ouço as NOVE canções da dupla.

vou me guardando pra quando Pouca Vogal chegar

02 outubro 2008

Onde foi que eu deixei?

Tem muita gente na faculdade, mas tem muito mais gente fora dela. Por uma sorte nesse mundão de Deus, eu faço parte do primeiro grupo.
Tem gente que está na faculdade, mas também não está. Paradoxo; tem gente que não curte muito a idéia de estudar. Bom para mim e todos os colegas que tentamos fazer diferente e realmente nos interessamos por um pouco mais que diversão. Ou melhor, diversão pra nós é estar ali e fazer o que fazemos.
Ainda não tá entendendo?
Pois é, nem eu. Só queria escrever algo melhor que o último post, na minha infelicidade de querer desabafar...também não vou apagar, mt bobinho, né?
Lembrei de quando eu tinha 11 anos e disse pra mãe que iria trabalhar no The New York Times. Ela ainda acredita fielmente nisso. Lembrei também de quando eu tinha 15 anos e queria desesperamente estudar oceanologia em Rio Grande. Meu pai disse "nem fudendo". Talvez ele tenha razão, mas me bateu uma vontade de retomar isso. E ele sabe.
Penso que sou um pouco instável.


E onde foi que eu deixei toda aquela sede de "vamos salvar o mundo das cáries"?

22 setembro 2008

DEMOcracia


Uma coisa dessas só podia vir do DEMO mesmo. E se juntam a ela: Sérgio Malandro, Pit Bitoca, ex-BBBs, Rita Cadillac & Netinho de Paula.
Chuta que é macumba.

A chegada de Dercy Gonçalves ao céu...

Chegada de Dercy Gonçalves ao céu...
- Porra tá frio aqui em cima.
- O céu não tem temperatura, minha senhora. Pondera um porteiro celestial de plantão.
- Não tem é o cassete. Tá frio sim senhor - insiste Dercy.
- Prefere o inferno? Lá é mais quentinho!
- Manda tua mãe pra lá. Cadê o Pedro?
- Pedro só atende aos purificados.
- E eu tô suja por acaso: tô cagada, esporreada ?
- Você primeiro tem que passar pelo purgatório, ajustar umas continhas?
- Não devo nada a veado nenhum.
- Você foi muito sapeca lá por baixo.
- Como é que você sabe. Andava escondido debaixo das minhas saias?
- Dercy, daqui de cima a gente vê tudo.
- Vê porra nenhuma. Vê a pobreza; a violência; meninas de 4 anos sendo estupradas pelos pais, político metendo a mão no dinheiro dos pobres; carinha cheirando até cocô pra ficar doidão? O que vocês vêem? Só me viam?
- Você fala muito palavrão.
- Eu sempre disse que o palavrão estava na cabeça de quem escutava. Palavrão é a fome, a falta de moral destes caras que pensam que o mundo é deles. Esses goelas grandes e seus assessores laranjas, tangerinas e o cassete?
- Está vendo? Outro palavrão.
- Cassete é palavrão seu porteiro do caralho? Palavrão é a PQP!

(silêncio de alguns segundos)
- Seja bem vinda Dercy. Sou Pedro. Pode entrar.
- Caraaaaaalho, não é que eu morri mesmo! - E o purgatório?
- Você já passou 101 anos por ele, lá em baixo. Venha descansar!!!

16 setembro 2008

Adeus, Richard

Richard Wright, tecladista e fundador do Pink Floyd, faleceu ontem, segunda-feira, vítima de câncer aos 65 anos.
E hoje o dia amanheceu triste, frio e vazio...muito menos progressivo do que deveria ser.
Para os fãs de PF, como eu, que ainda mantinham viva a esperança de um dia vê-los unidos também em terras tupiniquins, é o fim do sonho de volta...não só aqui, mas em qualquer lugar.
Adeus, vá em paz, compañero!


Us, and them
And after all we're only ordinary men.

15 setembro 2008

Solidão e mania de televisão


Casa vazia, luzes acesas só para dar a impressão. Cores e
vozes, conversa animada: é só a televisão.” (Gessinger, 1995).


O trecho desta canção fala sobre uma das maiores funções estabelecidas pelos usuários da televisão hoje: um objeto de companhia para o seu proprietário. O mesmo é descrito por José Marques de Melo em seu livro Tele Mania, Anestésico Social (1981).
Este fenômeno se dá em virtude deste meio ter surgido após a Segunda Guerra Mundial, quando se tornou popular e acessível. No Brasil, começou suas atividades na década de 50 e ganhou a função de difusora da cultura. Porém, as questões comerciais assumiram o comando desse veículo, que perdeu sua missão cultural.
As possibilidades oferecidas pela tv são atraentes: informação e entretenimento em um só meio que reúne voz, cor, imagem e ação. Essas propriedades causaram um grande interesse dos investidores e também do seu futuro público. Com isso, não tardou para que o desenvolvimento da tv estivesse diretamente ligado a atividades capitalistas promovidas pelos paises industrializados e desenvolvidos. Telemania- esse conceito é descrito pelo autor (1981:13) como “poderoso antídoto reivindicatório e ao mesmo tempo saudável fortificante consumista. Ou melhor, eficiente anestésico social, capaz de ressuscitar nas populações urbanas a incomensurável solidão com que outrora o feudalismo amesquinhava as populações rurais”.
A telemania não só cria uma identidade consumista, como também preenche o lar de famílias. Tv é sinônimo de distração, diversão e reproduz a idéia de companhia, especialmente quando ligada e não assistida de fato. Para Melo, o perigo desse sistema está na influência para as crianças. Os pais ocupados nas suas atividades profissionais, atribuem à tv a tarefa de babá eletrônica. Isso pode resultar na ausência de uma comunicação com retorno, além do questionamento se a tv contribui para o conhecimento positivo ou se apenas emburrece as crianças.
O costume de assistir esse veículo está ligado à solidão e, portanto, a tv age como companheira dos indivíduos cada vez mais sozinhos e que a utilizam como anestesia para suportar essa situação.
Pode se presumir que estes sujeitos que hoje usam a tv como parceria são as crianças que ontem tinham esse meio como babá eletrônica.



Desligue a tv e vá ler um livro?

11 setembro 2008

No ar: Pouca Vogal

Está no ar o site Pouca Vogal. Fruto da parceria entre Humberto Gessinger e Duca Leindecker, o site traz informações e músicas da dupla para baixar gratuitamente.
Fã do trabalho do Gessinger, eu aguardei essa novidade com pé atrás. Penso que o Duca é um baita músico, mas EngHaw pra mim é bem maior e talvez eu tenha que superar um certo preconceito de dividir o ídolo com fãs de outra banda e saber que ele não será a única estrela no palco.
Não tem bateria; é estranho. Penso que ainda é cedo pra conclusões, mas ver que praticamente todas as letras são do Humberto já me deixa bem feliz. A alma dele são as letras consistentes. Nada contra o Duca, mas algumas músicas dele não me tocam, ainda que os dois sigam uma linha parecida nas suas respectivas bandas.
Eu passei o dia de hoje só apertando F5 e justo quando eu fui pra aula...não tinha aula!hahaha
Voltei pro pc e liguei pro Wander, meu compañero de fé...nós dois discutindo: quando essa treta vai entrar no ar?
F5 de novo e tchãram!

"e o centro do universo é outro lugar"
e lá estarei eu, sempre a te aplaudir

05 setembro 2008

Loucos por bolachão

Bolachão para os íntimos. Mesmo com toda tecnologia desse novo milênio em construção, algumas pessoas ainda são apaixonadas por esse formato.
Desenvolvida na década de 50, essa mídia é considerada morta por boa parte dos jovens da minha idade. Afinal, em tempos de mp3 players com super capacidade de armazenamento, soa um tanto quanto idiota a idéia de ainda se gastar dinheiro com música. Está tudo disponibilizado de forma gratuita na rede, não é?
Quando foi a última vez que tu comprou um CD? O último que eu comprei foi o Novos Horizontes, do Engenheiros do Hawaii. Mas só pq eu sou fã e guardo com carinho toda coletânea da banda.
Se até mesmo os CDs, tidos como a revolução da indústria fonográfica na sua época de lançamento estavam se tornando obsoletos, o que dizer então dos discos de vinil- os pops LPs? Jurássicos por definição para boa parte da juventude que ainda paga por música no final dos anos 90 e começo dos anos 2000.
Talvez pela nostalgia ou pelo fetiche dos clássicos perpetuados em primeiro momento pelo long play, é que esse formato mantém lugar de honra na casa de malucos como eu. Também tem o fato de que o bolachão sai na frente na qualidade do som. Qualquer ouvido mais calejado sente a diferença, pois apesar dos chiados e estalos costumeiros, os vinis apresentam um som ligeiramente mais encorpado que em outros meios.
Mas não é isso que move a paixão de alguém por discos, mas sim todo o ritual de preparação para ouvi-lo! É nisso que reside todo seu charme, a retirada da capa (obras de arte!) e depois do envelope plástico, o ajuste de rotação, encostar a agulha cuidadosamente e poder sentir a música, tornando-se um momento que exige atenção e dedicação, diferente de só apertar o power e deixar a lista inteira de mp3 tocar randomicamente.
Esse é um momento de apreciação plena, de sedução. Me faz relembrar tempos da proximidade física com as coisas e as pessoas, em que o tempo era mais flexível, o mundo era mais alegre e a música muito mais sincera.
Alguém pode dizer que essa é uma moda passageira e em breve estarei enjoada dessas porcarias que só ocupam espaço, juntam poeira, arranham e quebram por qualquer coisinha. Mas bah, essa é uma paixão entendida apenas por quem sabe qual o formato que a música deveria manter: o bom e velho disco de vinil.

03 setembro 2008

O coração sempre arrasa a razão

Coração ou cérebro- qual dos dois sente as emoções e sensações? Enquanto passamos por alguma situação que mexe com nossos sentimentos, o cérebro produz substâncias químicas que alteram a percepção da realidade, causando um estado de euforia. O coração recebe essa mensagem emocional rapidamente e pulsa mais rápido.
Daí vem o mito de que o coração é a casa dos sentimentos. O cérebro dita e as sensações sentem-se no coração por mera ilusão.
Ao ver a pessoa amada, ao ser promovido no emprego, ao conquistar uma vitória, ao perder uma pessoa querida, ao ver uma cena triste ou em diversas outras ocasiões sentimos o coração acelerar.
O nosso coração, além da figura romântica de estar envolvido com nossas emoções, tem um papel muito importante em nossa vida. Ele tem a capacidade de influenciar o cérebro e nos permite sentir bem estar. É como se tivéssemos dois cérebros dentro de um só: um emocional e outro cognitivo, ambos trocando informações precisas.
O coração está ligado como símbolo do amor. Há mais de três mil anos os judeus criaram essa simbologia devido ao aperto que sentimos no peito quando nos emocionamos. Também na antiguidade, há mais de cinco mil anos, os egípcios, que descreveram diversos sinais de doenças neurológicas, consideravam o coração como o templo da alma e a biblioteca das memórias.
O coração permaneceu como sede da consciência até Hipócrates (460a 379 AC), o pai da medicina ocidental. Para ele, o órgão que controlava as sensações e a inteligência era o cérebro. Nem todos os gregos aceitavam essa idéia. Mas Aristóteles, por exemplo, continuava acreditando no coração como albergue do intelecto. Para ele, o cérebro seria um simples radiador para esfriar o sangue esquentado pelas batidas do coração.
Mais do que um músculo do corpo- para os cientistas, o centro das emoções humanas é apenas o cérebro. Um novo estudo foi feito para demonstrar que essa noção pode não estar totalmente correta. O que ele indica é que o coração também fala com o cérebro- embora o que ele diz ainda não esteja totalmente claro.
O estudo foi realizado por Marcus Gray, do University College de Londres, e seus colegas, e publicado na última edição da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. A pesquisa é feita com pacientes com uma variedade de problemas cardíacos. Durante uma tarefa experimental levemente estressante, as pessoas respondem com atividade cardíaca aumentada.

28 agosto 2008

Tchau, Kuki


Hoje é um dia muito triste. O meu cachorrinho Kuki faleceu e deixou órfãos os três filhinhos dele com a Kitinha.
Não tenho aqui comigo uma foto dele pra postar, mas deixo a minha homenagem a esse fiel compañero que foi agora se encontrar com os papais Kiko e Paquita.
Uma foto da Mina que era a amiguinha preferida dele...Se cuida, meu véio.

27 agosto 2008

Uma morte do casseta

Ontem, na falta de algo melhor para fazer, assisti o Casseta e Planeta. Deprimente ver que um dos grandes programas irônicos da televisão brasileira caiu no clichê de olhar apenas pro próprio rabo. Sim, oroborus.
Falta de boas criticas e matérias que beiram a imbecilidade- foi só isso que consegui perceber na atração. Talvez essa baixa no conteúdo se dê à ausência de Bussunda, que faleceu em 2006, ou também a licença maternidade de Maria Paula, que se dedica ao seu segundo filho com o músico João Suplicy.
Não bastasse isso, quem substitui amargamente a oitava casseta é a comediante Cláudia Rodrigues. Não foram felizes ao eleger a ex-diarista (e que fazia bem melhor esse papel) para o lugar de Maria Paula. Além de não possuir os atributos que a casseta conquistou junto ao público do programa, a atuação da baixinha deixa a desejar, apresentando um texto forçado e que me fez sentir vontade de trocar de canal (ou melhor: desligar e tevê e ler um livro!).
Senti falta das chamadas bem elaboradas que assistia até bem pouco tempo, das criticas aos politicos corruptos desse país, das demonstrações de indignação com as emes que nos rodeiam e todas as grandes produções desses caras.
O que vi ontem foram apenas sátiras muito sem graça das novelas globais. Acho que os guris e a baixinha (que imitando a Amy Winehouse é bem melhor do que a original) não se deram conta de que o mundo continua sendo o mesmo da época do Casseta Popular e de O Planeta Diário, e não apenas folhetins da emissora.
Pra não dizer que só atirei o pau na turma, ponto positivo pra critica à cobertura do Pedro Bial nos jogos olimpicos de Pequim 2008. Bial na China: uma cobertura sem noção e com aqueles textos poéticos que descem mal no estômago da gente...bem mais do que as iguarias chinesas.
Jaz aqui um programa do casseta

Eu nunca deixei de acreditar

Era pra ser só mais uma tarde de função na redação da rádio onde trabalho, mas fui surpreendida com uma alegre noticia. No email, o release: “Do quarto para o mundo”, esse era o título do workshop ministrado por Augusto Licks, dia 23 de agosto, em Porto Alegre.
Mais do que uma surpresa, essa era a oportunidade de, finalmente, conhecer de perto um ídolo, um músico que consagrou a trilha sonora da vida da maioria de nós aqui.
Pensei nas tantas vezes que imaginei um encontro com ele, nas vezes que pesquisei passagens de avião para o RJ e quando visitava com freqüência uma página virtual nomeada “por onde anda Augusto Licks?”.
Acho que o momento chegou, mas não foi tão fácil. Pessoal do Santander Cultural inflexível- participantes apenas com interesses musicais. Mas será que os meus interesses são aceitos? Não, penso que não. Depois de muita insistência e telefonemas, fiz valer meus contatos e participar dessa atividade como ouvinte.
Enfim chegou o sábado, 23 de agosto de 2008- um dia memorável. Saí cedo da minha cidade, a vizinha Cachoeirinha, ainda com tempo de assistir a final do vôlei feminino nos jogos olímpicos de Pequim na estação Mercado do trensurb. É ouro paro Brasil e Augusto para os gaúchos.
Cheguei no Santander Cultural, situado em um dos pontos mais bonitos da capital gaúcha, a Praça da Alfândega. Um fila discreta se formava no local. Ansiedade. No relógio 10h55.
11h- o horário marcado. Entrei no prédio, que desponta no coração da minha Porto Alegre, e me dirigi à sala reservada para o evento. Augusto surge logo em seguida. Uma palestra? Uma oficina? Um workshop? Ele próprio se questiona sobre como denominar o nosso encontro.
Papo abstrato para começar a conversa com os cerca de 30 presentes. Como se perceber a música- anéis olímpicos ou icebergs que se encaixam? “Tudo depende do contexto”, disse ele.
Na pauta guitarras e suas variáveis, gravações, estúdios, um gráfico com esquema de linha do tempo incluindo estilos musicais, meios de difusão, formatos e novas tecnologias para gravação. Tudo com a elaboração e explicação que mostra que o nosso momentâneo professor sabe muito bem do que fala e com a autoridade de um músico admirado por todos na sala.
Momento tietagem ficou por minha conta, que ao final não resisti e pedi um abraço a ele. É como se fosse uma pessoa querida (isso sempre foi) que eu não via há muito tempo (tipo nunca) e que agora voltou. Foi um abraço para matar a saudade.
Histórias, mais histórias, espaço para perguntas e um bate papo que durou até às 18h.
Despedida, fotos, autógrafos e a promessa de que do quarto e do Santander Cultural, agora é para o mundo.
Obrigada, Augusto.

22 agosto 2008

professor

Encontros com o professor, ontem foi na José do Patrocínio (e que patrocínios hein, professor!?!). Papo com Humberto Gessinger (e que convidado hein, professor!?!). Futebol, Engenheiros do Hawaii, Pouca Vogal, livros e muita coisa boa rolou no encontro dessa quinta-feira nublada na capital dos gaúchos.
Destaque para as histórias dos showmícios do Brizola, o Che dos Pampas...o homem que podia ser prefeito do mundo, mas que acabou sendo jogado para cima do palco onde EngHaw animava os eleitores de Maringá, no Paraná. Resultado? Uma dor indispostinha nas partes íntimas do jovem. Segredos que a gente não conta, Humberto! rsrsrsrs

E que desse encontro fique a lembrança das histórias hilárias e as dicas de um eterno professor!